Diário do Jogo 27/01/2002
(véspera do jogo com o Confiança/SE)

 

ÍNDICE

 
 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Machadão: Quase 30 anos de história

 

ABANDONO: Estádio Machadão há muito deixou de ser o "POEMA DE CONCRETO ARMADO".
Os 7.600m2 do gramado do Machadão foram recentemente cortados e a grama da espécie Bermuda está em más condições. Piso duro. Capacidade Atual: 21.600 lugares.


 

O Estádio João Cláudio de Vasconcelos Machado - Machadão, foi fundado em 04 de junho de 1972, com o nome de Estádio Humberto de Alencar Castelo Branco. Na rodada dupla inaugural, Vasco da Gama 0x0 Seleção de Novos do Brasil, na preliminar e o clássico ABC 1x0 América, na principal, gol primeiro de William. O batismo da praça de esportes homenageava o presidente militar que governou o Brasil após o golpe de 1964. O nome atual - rebatizado entre 1989 e 1991 - se refere ao jornalista esportivo, ex-presidente da Federação Norte-rio-grandense de Desportos, FND, hoje FNF.
No mesmo ano de 72, mês de setembro, o Castelão sediava três partidas do Grupo 2 da Minicopa, formado pela Irlanda do Sul, Portugal, Chile e Equador, evento em comemoração aos 150 anos da independência do Brasil. A taça acabou ficando com o Brasil que venceu Portugal de 1 a 0, gol de Jairzinho, em partida realizada no Maracanã. 

Desde sua fundação, já desfilaram pelo palco do Castelão, hoje Machadão, os principais clubes e as maiores estrelas do nosso futebol. Tais como Pelé, Jairzinho, Tostão, Dirceu Lopes, Rivelino, Paulo César, Marinho Chagas, Zico, Falcão, Romário e tantos outros. A seleção brasileira esteve aqui em janeiro de 1982, justamente o time de Telê Santana que encantaria o mundo na Copa da Espanha, com craques como Luizinho, Júnior, Falcão, Cerezo, Zico e Roberto Dinamite.
O PLACAR eletrônico estragado há mais de um ano, continua sem reparos.
FOSSO
- o espaço entre as gerais e o gramado onde a bola cai também recebeu manutenção o mato foi cortado e as paredes pintadas.
ARQUIBANCADAS
- o trecho das obras das arquibancadas do anel superior do frasqueirão continua interditado. A demora  na estrega deve-se ao atraso dos repasses da verba que a Prefeitura de Natal destina para as obras.
Editoria de Arte/Jaime Azevedo