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Estadual Primeiro
turno 1980 |
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Em pé:Luiz
Neto; Gelson, Joel
Celestino; Cláudio
Oliveira, Baltasar e
Tito. Agachados:
Furão(massagista);
Juarez, Noé Soares,
Jonas, Zezinho Pelé
e Berg |
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Equipe Taça de Prata
1980 |
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Em pé:Albérico;
Gelson, Ticão,
Cláudio Oliveira,
Carlos Augusto e
Joel Celestino.
Agachados:
Furão(massagista);
Juarez, Noé Soares,
Berg, Zezinho Pelé e
Cabral |
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A CONQUISTA INESQUECÍVEL -
Fonte: Revista Placar |
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Equipe Campeã 1983 - Em pé: Erandir
Montenegro(Técnico), Zé
Luis(preparador físico), Índio,
Alexandre Cearense, Nicácio,
Lulinha, Dudé, Arié, Alexandre
Mineiro, Joel, Silva , Geraldo e
Furão (Antonio Gomes - o
massagista). Sentados: Galvão
(supervisor), Curió, Djalma,
Silva, Marinho, Luís Antonio,
Dedé de Dora, Haroldo, Macunaíma
e Reinaldo. |
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O
empate a 2 minutos do fim fez
explodir a torcida mais
empolgada do Estado. Merecido
júbilo: além de quebrar um jejum
de quatro anos, impediu o
América de chegar ao penta. A
pequena torcida americana
presente ao Castelão (hoje
Machadão) já começava a
comemorar a vitória de seu time
contra o ABC. O América vencia
por 1x0, gol marcado por Aílton
logo aos 3 minutos do primeiro
tempo - e conquistava, dessa
maneira, o direito de decidir o
campeonato contra o mesmo ABC,
em uma mehor de três pontos.
O ABC buscava
desesperadamente o empate,
resultado que lhe daria o
título, por ter vencido os dois
primeiros turnos. No banco de
reservas, o técnico Erandir
Montenegro consultava seu
relógio sem parar. Tanta
esperança valeu: a apenas 2
minutos do fim, Silva fez o gol
salvador - por sinal, seu 32o. ,
que o isolou na artilharia.
A galera do América
emudeceu de vez, enquanto
explodiam os cantos de vitória
do adversário. A comemoração
começou ali. E , quando o juiz
Arnaldo César Coelho encerrou a
partida, a torcida do ABC, a
maior do Estado, invadiu o campo
e carregou em triunfo os seus
heróis.
Para alcançar este
título, a presidente Rui Barbosa
- ex-presidente da Federação
Potiguar -trouxe o treinador
Erandir Montenegro, profundo
conhecedor do futebol
nordestino, e a revelação Dedé
de Dora, ambos do interiorano
Potyguar de Currais Novos.
Contratou também o
goleiro Lulinha, os zagueiros
Alexandre Mineiro, Alexandre
Cearense e Dudé, mais os
atacantes Silva e Djalma. Para
completar a equipe o vigor de
Marinho, vice-artilheiro do time
(31 gols) e a experiência do
veterano Reinaldo (ex-santos e
Internacional, entre outros).
Aos gritos de
"Campeão! Campeão!", a festa
contagiou as ruas de Natal.
Afinal, foram quatro anos de
sufoco.
O ARTILHEIRO - SILVA
Como é conhecido o artilheiro
Luís Carlos da Silva e Mattos -
nasceu no Rio de Janeiro a 14 de
agosto de 1958. Começou nos
juvenis do Botafogo e, em pouco
tempo, foi promovido ao time
principal. Atuou por várias
equipes do futebol brasileiro,
inclusive no América, principal
rival do ABC. Nesta temporada,
converteu 32 gols e foi o
artilheiro do campeonato. Junto
com Marinho, seu companheiro de
ataque - 31 gols -, formou a
dupla responsável por mais da
metade dos 114 gols que equipe
marcou.
O
RETROSPECTO -
Não há o que contestar. O ABC
foi o melhor time do campeonato
e conquistou o título com
justiça, após um jejum de quatro
anos. Campeão dos dois primeiros
turnos, caiu bastante no
terceiro, vencido pelo América,
que buscava a todo custo o
pentacampeonato. No jogo
decisivo, o ABC precisava apenas
de um empate para levar a taça,
sem a necessidade de uma série
de partidas extras. E empatou
com um gol do artilheiro Silva
no final da partida. O ABC
disputou 42 partidas, venceu 29,
empatou seis e perdeu sete. Seu
ataque foi arrasador: marcou 114
gols, estabelecendo um novo
recorde estadual. A defesa
também se comportou bem. Sofreu
38 gols. |
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